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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Armas de brinquedo para crianças: O que fazer diante disso?

Por Carlos Chagas

Semana passada postei aqui no blog um material sobre a criança e as armas de brinquedo, onde psicólogos discutem o que pode ser prejudicial a uma criança. Diante de tal matéria, que é pertinente para nós nos dias atuais, achei por demais importante publicar algo teológico que reflita tal assunto.

Sabe-se que a violência contra o próximo não se enquadra na realidade cristã. Todavia sabe-se que sem a violência nenhuma sociedade pode sub existir. Como exemplo cita-se a polícia, que por meio de intervenção violenta, seja esta física ou legal, dita até aonde vão os limites de ação humanos para evitar mal maior.  Assim sendo, entende-se que a violência está presente na sociedade, seja esta cristã ou não, e que a mesma influencia quem a vê.

No caso das crianças tal violência também é assistida pelas mesmas limitando-se na sua compreensão devido à maturidade dos pequenos. Logo, a pergunta: "Seria perigoso deixar meu filho, que é cristão, brincar com armas de brinquedo?". A resposta é: Depende.

Como teólogo que sou acredito que pode ser perigoso para uma criança participar de qualquer atividade social quando esta não possui um moderador, que melhor entende-se como sendo os pais. Uma criança sem uma arma de brinquedo não está isenta da violência já que a mesma terá amiguinhos violentos, a TV, que divulga a violência, e diversas outras situações que denotam violência. Logo, a presença de uma pessoa equilibrada se faz necessária para toda e qualquer criança.

Concordo com os psicólogos que dizem ser importante que os pais brinquem com seus filhos e que os mesmos conversem com eles. As dúvidas devem ser sanadas e as posturas adotadas pelos pequenos devem ser analisadas.

Concluindo, percebe-se que o simples fato de proibir brinquedos ditos "violentos" em nada evitam que crianças se tornem violentas. Costumo brincar: "No Oriente crianças costumam ir às sinagogas para que futuramente se tornem homens-bombas...". Espero que aqui no Ocidente isso não esteja acontecendo!

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

A escola deve ou não permitir armas de brinquedo?

Postado por Carlos Chagas

Há algum tempo li uma matéria muito interessante sobre a criança e as armas de brinquedo. Tal matéria me levou a pensar sobre qual postura cristã deveríamos ter mediante uma criança que quer ganhar uma arma de brinquedo. Antes de mais nada vamos à matéria abaixo:


De Cristina Coelho

A resposta é sempre polêmica, pois há os que acham que sim e os que acham que não. Será que esses brinquedos realmente são prejudiciais para a formação moral das crianças? Será que uma arma de brinquedo na mão de uma criança estimula a violência? Proibir a venda de armas de brinquedo diminui atitudes violentas nas crianças?

No dia a dia, as crianças, principalmente os meninos, brincam espontaneamente de luta, imitando seus super heróis favoritos. Um graveto ou até mesmo a própria mão podem se transformar numa arma. As crianças elaboram suas vivências diárias nas brincadeiras de faz de conta. Cabe ao adulto demarcar para elas os momentos em que o brincar ultrapassa o limite do faz de conta tornando-se real e podendo realmente machucar. De acordo com a educadora e psicóloga Beatriz Ferraz “quando uma criança inicia uma brincadeira, ela sabe que está atuando em um universo que não é o do mundo real e sim o do faz de conta, portanto sente-se com mais liberdade para colocar seus sentimentos em jogo, pois sabe que não sofrerá as consequências do mundo real”. Portanto, as armas de brinquedo devem ser diferentes das armas reais, “com um material diferente, de plástico, colorido, leve, com formato diferente. Esses elementos ajudam a criança a diferenciar o brinquedo do objeto real e, por consequência, ajudam a compreensão de que as armas que possuem não são de verdade - as ações que fizer com as mesmas, também não terão uma consequência real.” A criança tem necessidade de analisar e entender a realidade ao seu redor e uma das maneiras de conseguir isso é através das brincadeiras de faz de conta. “Conversar em casa sobre o que assistem na televisão é de fundamental importância para as famílias, pois dessa forma ajudam seus filhos a formarem os valores sobre aquilo que estão entrando em contato e a partir daí, terem opiniões e conhecimento sobre o assunto.” Para a escola tal discussão é também significativa.

O adulto não deve estimular a criança a brincar com armas de brinquedo, não por causa da brincadeira em si, é porque pode passar uma mensagem de que a violência é algo aprovado por ele, algo natural. A brincadeira é sempre uma simulação, uma representação do mundo real e a criança sabe distinguir a realidade da fantasia. Volto a afirmar, mais uma vez, o diálogo é essencial. E necessário que os adultos conversem com a criança sobre a violência que ela está exposta e a violência que está nos jornais, na TV, na rua. Não dá para negar.

O Estatuto de Desarmamento, em vigor desde 2003, proíbe a fabricação de armas de brinquedo que se pareçam com as verdadeiras. Para a doutora em sociologia Irene Rizzini, vice-presidente da Childwatch International Research Network, “a arma de brinquedo por si só, não estimula um comportamento agressivo numa criança. E preciso um conjunto de fatores. Se a criança tiver elos fortes com adultos que realmente se importam com ela, os brinquedos agressivos não provocarão atitudes predominantemente violentas dela perante a vida.

A professora da faculdade de pedagogia da USP Tizuko Morchida Kishimoto vai mais longe. “Não é porque o menino brinca com a arma ou aponta o dedo que ele vai virar bandido. Se a criança quiser brincar de guerra, nem precisa de arma de plástico.

Melhor do que comprar um brinquedo violento ou não, é sentar no chão ao lado de seu filho e brincar como criança. Além de ser divertido, é o melhor incentivo para o equilíbrio emocional que uma criança pode ter.

Cristina Pinto Coelho - CRP 13511/04 - Psicóloga escolar da Escola Algodão Doce

Para uma abordagem teológica sobre o assunto clique aqui.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

A criação de mais um santo e em faculdade gera polêmica: Com vocês, São Honesto

Por Carlos Chagas

Recentemente assisti a esse vídeo e achei algo muito interessante: Como trabalhar a religiosidade do povo criando algo para processo reversivo. Antes de tratarmos do assunto assista ao breve vídeo abaixo:



Segundo a criadora do santo o mesmo veio a surgir como proposta de conversão do povo de seu país à honestidade, o que eu achei por demais criativo. Sabe-se que a idolatria é algo condenável biblicamente (ainda mais pelo AT), todavia a causa é nobre e interessante. Nobre pelo fato da criação do São Honesto não ser por dinheiro mas por questão ética e interessante porque a criadora do santo pensou em tudo: Desde a oração até sobre o mito de seu surgimento.

O que é por demais interessante é o alcance que tal santo proporciona. A divulgação de tal obra gera nas pessoas um sentimento de repulsa das práticas desonestas. E tal ato deveria levar os evangélicos à reflexão: Como tem sido as táticas de evangelismo nos dias atuais? Têm sido criativas ou ainda está naquela do papelzinho distribuído de porta em porta? Sei que a idolatria não é a melhor forma de evangelismo mas tal vídeo demonstra que a criatividade ganha muitos pontos na divulgação do ideal, seja este chamado de antigo, ultrapassado mas ainda eficaz e necessário ao ser humano.

sábado, 16 de abril de 2011

Como foi a invasão nazista e facista na 2ª Guerra Mundial?

Por Carlos Chagas

Veja no vídeo abaixo como se deu a invasão Nazi-Facista na 2ª Guerra Mundial e como os Aliados agiram na situação:



Quer saber mais sobre a 2ª Guerra? Clique aqui.