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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Império Romano: Série de vídeo-aulas - Depoimentos - 5-5

Por Carlos Chagas

E finalizamos aqui com o último vídeo da série "Império Romano: Ascensão e Queda" com os depoimentos dos grandes e pequenos de Roma, parte 5 de 5:

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Império Romano: Série de vídeo-aulas - Depoimentos - 4-5

Por Carlos Chagas

Continuamos com a série "Império Romano: Ascensão e Queda" com os depoimentos dos grandes e pequenos de Roma, parte 4 de 5:

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Império Romano: Série de vídeo-aulas - Depoimentos - 3-5

Por Carlos Chagas

Segue a série "Império Romano: Ascensão e Queda" com os depoimentos dos grandes e pequenos de Roma, parte 3 de 5:

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Império Romano: Série de vídeo-aulas - Depoimentos - 2-5

Por Carlos Chagas

Continua a série "Império Romano: Ascensão e Queda" com os depoimentos dos grandes e pequenos de Roma, parte 2 de 5:

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Império Romano: Série de vídeo-aulas - Depoimentos - 1-5

Por Carlos Chagas

Retomando a série "Império Romano: Ascensão e Queda" com os depoimentos dos grandes e pequenos de Roma, parte 1 de 5:

terça-feira, 6 de novembro de 2012

terça-feira, 30 de outubro de 2012

terça-feira, 23 de outubro de 2012

terça-feira, 16 de outubro de 2012

terça-feira, 9 de outubro de 2012

terça-feira, 2 de outubro de 2012

terça-feira, 25 de setembro de 2012

terça-feira, 18 de setembro de 2012

terça-feira, 8 de maio de 2012

terça-feira, 1 de maio de 2012

Império Romano: Série de vídeo-aulas - A Arquitetura - Aula 09

Por Carlos Chagas

Segue-se com a série "Império Romano: Ascensão e Queda" com o vídeo 09:



A arquitetura romana deriva da arquitetura grega, embora diferenciando-se por características próprias. Alguns autores agrupam ambos estilos designando-os por arquitetura clássica. Alguns tipos de edifícios característicos deste estilo propagaram-se por toda a Europa, nomeadamente o aqueduto, a basílica, a estrada romana, o domus, arcos do triunfo e o Panteão.

Os monumentos romanos se caracterizam pela solidez; aprenderam com os etruscos o emprego do arco, assim como a abóbada ou teto curvo, que os gregos e egípcios não conheceram. Construíram também catacumbas, fontes, obeliscos, pontes e templos.

Os Arquedutos
Os romanos construíam os aquedutos, enormes conjuntos de arcos que levavam água para as cidades. Os europeus aprenderam com os romanos a arte de canalizar a água em aquedutos. Um exemplo dessa influência são os arcos que os portugueses construíram no Rio de Janeiro.

As Estradas Romanas

Os romanos construíram ainda estradas, calçadas e pontes de uma solidez que desafiou as invasões bárbaras e prestaram grandes serviços para o comércio.

O Estilo Românico na Europa

Na Europa, durante a Idade Média, muitas igrejas cristãs, imitando as basílicas de Roma, foram construídas no estilo românico com a abóbada apoiada nas paredes e estas, para suportar o enorme peso, tinham que ser baixas, espessas e com poucas janelas. As basílicas eram edifícios públicos onde havia tribunal, biblioteca, sala de jogos e de conversação.

Os Templos Romanos

Os templos românicos seguiam principalmente o estilo jônico. Diferente dos templos gregos, os romanos não possuíam abertura por todos os lados e sim uma entrada com degrau e pórtico apenas na parte frontal.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Império Romano: Série de vídeo-aulas - A Economia - Aula 08

Por Carlos Chagas

Continua a série "Império Romano: Ascensão e Queda" com o vídeo 08:




Maiores informações sobre a economia romana, favor ler o artigo sobre a administração do Império.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Império Romano: Série de vídeo-aulas - Exército - Aula 07

Por Carlos Chagas

Assista abaixo a aula 7 da série "Império Romano: Ascensão e Queda" sobre o Exército:





A legião romana era a divisão fundamental do exército romano. As legiões, segundo o livro "Princípios de Defesa Militar" de J. S. Vasconcellos, Editora Biblioteca do Exército Brasileiro, Terceira Edição, 1942, variavam entre os 1.000 e os 8.000 homens, dependendo das baixas que eventualmente sofressem nas batalhas. Para além dos soldados, há que contar com os inúmeros servos, escravos e seguidores que os acompanhavam. Durante as suas campanhas na Gália, as legiões de Júlio César eram compostas por não mais de 3.000 soldados.

Raiz dos Exércitos Romanos

Durante a República e certos períodos do Império Romano, não havia um exército romano propriamente dito. Cada general, ou alto magistrado, possuía uma ou mais legiões que lhe eram fiéis e obedeciam antes as suas ordens que as de um comandante geral. Durante a República, cada cônsul era responsável por suas próprias legiões, devendo também comandá-las.

As legiões romanas venceram gregos, cartagineses, gauleses, bretões, sírios, egípcios, lusitanos e hispânicos. Sua força ocupou dez mil quilômetros de fronteiras e saiu da Europa rumo à África e ao Oriente Médio: eram os grupos de guerreiros que formavam o exército do império. Em seu auge, século I a.C., organizadas para realizar manobras bastante difíceis, cada legião tinha até seis mil homens distribuídos em três grandes grupos: as coortes, os manípulos e as centúrias. Suas duas maiores lições são copiadas, até hoje, pelos exércitos do mundo todo: disciplina e estratégia.

Dos, em média, 5.000 homens em uma legião, cerca de 300 eram provenientes de cidades ou estados vassalos, e faziam o papel de auxiliares de infantaria ou cavalaria.

O componente principal da legião era a infantaria pesada, formada por soldados que lutavam a pé, armados com pilo e gládio, protegidos por uma lorica segmentata, um escudo retangular convexo e um capacete, sendo que o mais utilizado no período foi o modelo imperial gálico. A infantaria era organizada em forma de xadrez, com as tropas intercaladas. Na primeira linha de combate ficavam os guerreiros mais jovens, chamados de hastati. Homens mais resistentes, chamados príncipes, formavam a segunda linha de combate e entravam em ação quando os hastati falhavam. Na terceira linha, os soldados mais experientes entravam na briga nos momentos decisivos. Faziam, ainda, parte da infantaria, as bandeiras coloridas que, no meio do caos(da guerra), mostravam onde estava cada um dos grupos de soldados. Uma legião era dividida em centúrias (divisões com 80 a 100 legionários), comandada pelos centuriões. Também essas eram, eventualmente, divididas em grupamentos de dez.

Cinco a oito centúrias formavam a coorte, geralmente comandada por um tribuno; seis a oito coortes em média formavam uma legião.

A Origem das Legiões

As legiões tiveram origem quando Roma era ainda uma cidade modesta, que enfrentava constantes conflitos com povos vizinhos, como etruscos, samnitas, vênetos e outros. Começaram com um dever patriótico, pelo qual todo romano livre, do sexo masculino e maior de idade tinha o dever de pegar em armas, quando necessário, para defender a cidade. Passado o perigo, o exército dispersava-se e cada um voltava às suas atividades normais. Mais tarde, com a expansão territorial que viria a dar origem ao Império Romano, surgiu a necessidade de um exército profissional, que estivesse disponível permanentemente e pudesse ser enviado para onde fosse necessário. Daí em diante, as legiões passaram a ter caráter voluntário. Em geral não havia falta de interessados, já que o soldo de um legionário era consideravelmente superior ao salário dos trabalhadores comuns, além de (salvo exceções) ser pago com regularidade. Inicialmente só cidadãos romanos podiam ingressar nas legiões, o que não significa que exclusivamente italianos as integrassem: filhos de cidadãos romanos nascidos nas províncias, muitas vezes de mães nativas, eram igualmente cidadãos.

Os Legionários

O exército romano, para melhorar os pontos fracos da cavalaria, alistava soldados dos povos dominados. Quem lutasse na legião e saísse vivo, ganhava a cidadania romana. Para lutar, os legionários usavam uma lança, uma espada curta e um pequeno punhal. Para se defender, uma armadura e um escudo gigantesco.
Não havia uma idade determinada para alistar-se, mas a maioria dos candidatos a legionários sentava praça logo ao atingir a maioridade, o que, entre os romanos, acontecia aos 17 anos. Embora tenha havido variações ao longo do tempo, durante a maior parte da história das legiões o tempo de serviço regulamentar era de vinte anos. Ao dar baixa, o legionário fazia jus a uma recompensa em dinheiro equivalente a um ano de soldo, por vezes com um bônus para os que concordassem em fixar residência na província onde houvessem servido por último. Com isso, o ex-soldado podia comprar um pedaço de terra ou abrir um negócio. Legionários reformados morando nas províncias tornavam-se, assim, fazendeiros, comerciantes ou artesãos, geralmente casavam-se com mulheres locais, e era muito provável que seus filhos viessem futuramente a se tornar também legionários. Dessa forma, as legiões, além de sua importância militar, também se constituíram num poderoso elemento de difusão da cultura romana.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Império Romano: Série de vídeo-aulas - A Administração - Aula 06

Por Carlos Chagas

Retomando a série "Império Romano: Ascensão e Queda" com o vídeo 6:




Sobre a Indústria:

A invenção e aplicação generalizada de mineração hidráulica, auxiliada pela capacidade romana de planejar e executar operações de mineração em grande escala, permitiu a extração de vários e metais preciosos de modo proto-industrial.

Por ano, a produção total de ferro era estimada em 82.500 toneladas, assumindo uma capacidade produtiva de c. 1,5 kg per capita. O cobre foi produzido a uma taxa anual de 15.000 t e chumbo em 80.000 t, ambos os níveis de produção não seriam emparelhados até a Revolução Industrial; a Espanha sozinha tinha 40% de quota de produção de chumbo mundial. A alta saída de chumbo foi um subproduto da extensa mineração de prata que atingiu um montante de duzentas toneladas por ano. Em seu pico por volta do século 2 a.C., o estoque romano de prata é estimado em 10.000 t, de cinco a dez vezes maior do que a massa de prata combinado da Europa medieval e do Califado cerca de 800 a.C. Qualquer uma das principais províncias mineradoras do Império produzia tanta prata quanto o contemporâneo Império Han e mais ouro por toda uma ordem de magnitude.

A elevada quantidade de moedas metálicas em circulação fez com que mais dinheiro cunhado estivesse disponível para negociação ou poupança na economia.

Sobre a Moeda

O governo imperial era, como todos os governos, interessado na emissão e no controle da moeda em circulação. Cunhar moedas era um ato político: a imagem do imperador da época aparecia na maioria das emissões e moedas eram um meio de mostrar a sua imagem por todo o império. Caracterizados também foram antecessores, imperatrizes, outros membros da família e herdeiros aparentes do imperador. Mediante a emissão de moedas com a imagem de um herdeiro, a sua legitimidade e sucessão futura era proclamada e reforçada. Mensagens políticas e de propaganda imperial, como proclamações de vitória e reconhecimentos de lealdade também apareciam em algumas moedas.

Legalmente somente o imperador e o senado tinham autoridade para cunhar moedas no interior do império. No entanto a autoridade do senado era principalmente e apenas no nome. Em geral, o governo imperial emitia moedas de ouro e prata, enquanto o senado emitia moedas de bronze marcadas pela legenda "SC", abreviação de Senatus Consulto ("por decreto do senado"). No entanto, moedas de bronze poderiam ser emitidas sem essa legenda. Algumas cidades gregas foram autorizados a emitir moedas de prata e bronze, que hoje são conhecidos como o "Imperiais Gregas". Casas da moeda imperiais estavam sob o controle de um ministro-chefe financeiro e as emissões provinciais estavam sob o controle dos procuradores imperiais provinciais. As casas da moeda senatoriais eram governadas por funcionários da tesouraria do senado.

terça-feira, 29 de março de 2011

Império Romano: Série de vídeo-aulas - Guerras Civis - Aula 05

Por Carlos Chagas

Prossigamos com a série "Império Romano: Ascensão e Queda" com o vídeo 5:




O Império Romano, devido seu grande crescimento, possuiu várias formas de governo. Isso porque necessitava-se de adequação a cada momento histórico. Se antes era um governo nas mãos de um Imperador, com o tempo passou a se ter províncias, senadores, e mais tarde até mesmo generais do exército romano no poder.

Sabe-se que nos últimos anos do século II a.C. Caio Mário buscou criar um exército profissional, onde a lealdade estava no general e não à pátria. Isso, somado a várias guerras, e, dentre essas, as guerras civis, serviu para o surgimento de vários líderes militares. Tais líderes, ao perceberem que tinham tal poder, buscavam uma forma de reforçar ou obter poder político. 

Com a crise das instituições republicanas no século I a.C., Sulla tenta tomar Roma à força com seu exército em 82 a.C., para tornar-se ditador vitalício. Porém ele devolve o poder ao senado, que agora sofrerá golpes idênticos ao de Sulla. Nasce assim o 1º Triunvirato entre os líderes militares Júlio César, Pompeu e Crasso. A tentativa de governo entre os três acaba em assassinatos e imposição de poderes uns aos outros. O Triunvirato finda, dando início ao 2º Triunvirato, entre Octávius, Marco Antônio e Lépido, onde Octávius (ou Otaviano Augusto) vence a nova tentativa de governar Roma sozinho.

É no meio destes golpes que se tem o fim da República Romana e o início, agora de fato, do Império, e este Romano. No meio acadêmico ainda se discute o porquê que Roma, após cinco séculos de república, aceitou a passagem a um regime monárquico sucessório. Muitos atribuem isso ao fato de Roma sofrer com guerras civis antes do reinado de Octávius, e que, após esse assumir o poder e governar por 45 anos, nasce uma notável paz interna no Império.

terça-feira, 15 de março de 2011

Império Romano: Série de vídeo-aulas - Conseqüências da Expansão - Aula 04

Por Carlos Chagas

Vamos então à 4ª parte da Série "Império Romano: Ascensão e Queda":





Assim como foi no Brasil, o Império Romano cresceu muito rapidamente devido à mão-de-obra barata. Devido ao alto número de escravos O Império Romano passou a usufruir de suas conquistas. Tais conquistas trouxeram um grande legado à Roma: Tesouros minerais, alimentação farta, sabedoria de outros povos, etc. 

Isso aliado ao escravismo fazia de Roma a cidade dos sonhos para muitos (senão para todos). Assim, seu crescimento a obrigou elaborar uma política de contentamento para conter revoltas: A Política do Pão e Vinho. Essa foi a atitude que Roma tomou para evitar qualquer problema proveniente do crescimento exagerado. Com esse exemplo de golpe vindo da política surge também os cobradores de impostos que, por sua vez, trabalhavam de forma corrupta cobrando além do necessário.

É diante deste cenário que João Batista dá seu conselho de não cobrarem além do que era necessário (Lc 3.12-13). Além disso, o Cristianismo nascente deveria encarar diversos problemas: A concepção romana sobre filhos, mulher, escravos, filosofia e religião. Porém, isso é assunto para os próximos vídeos.