segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

INSTITUIÇÃO RELIGIOSA: PARA O ENSINO OU ALIENAÇÃO? APONTAMENTOS SOBRE COMO SER CRISTÃO A PARTIR DA COMPREENSÃO DE HANS KÜNG

Por Carlos Chagas

Resumo

O presente artigo busca salientar a importância da instituição religiosa cristã para a vida de fé do crente como também os riscos da mesma quando se é valorizada mais que seus adeptos. Após entender o significado mais apropriado do termo religião o presente artigo mostrará como se dá a vivência da fé cristã dentro da instituição, buscando uma convergência desafiadora entre ser cristão e ser adepto da religião cristã valorizando a mutualidade que há entre ambas e não anulando nem o indivíduo e sua fé, nem a instituição e sua formulação de fé.

Palavras-chave: Instituição religiosa, cristianismo, ser cristão, fé, religião, Deus, dogmas.

1- Introdução

Em todas as religiões há a necessidade de se padronizar a forma ritualística e cúltica prestada ao seu(s) deus(es) ou seres. Todavia, existe um problema nisto: como padronizar o sistema religioso sem ferir os freqüentadores de tal religião? O ato de institucionalizar é necessário, mas até onde este não ultrapassa seus limites? Até onde o homem é realizado nisso?

Este artigo visa, mais especificamente, apontar no cristianismo alguns problemas de quando o dogma ou a lei se torna mais importante para a instituição religiosa do que o próprio homem, o qual deveria ser beneficiado por esta institucionalização. Tal ato é nocivo à religião cristã já que esta visa o bem do próximo em adoração a Deus. Concomitantemente o realizar algo perfeito para Deus é o desejo de qualquer instituição religiosa e este “perfeito realizar” muitas vezes é entendido como algo cumprido conforme o que já foi dito ou escrito.

Mas é através da história do cristianismo e de muitos cristãos que tal idéia vem a se mostrar decadente. O cristianismo nunca mais foi o mesmo após a Reforma e o Iluminismo, nos quais a percepção da massa cristã se viu modificada indo contra os valores preestabelecidos pelo cristianismo. Logo, ser cristão já não é mais ser adaptado a um sistema, mas é ser aquele que confirma com seu modo de viver que tais regras de fé são viáveis como tutores até Cristo. Portanto é importante saber para que serve realmente a religião cristã e como ser cristão dentro da instituição religiosa cristã.

2- Definindo “religião”

O significado do termo religião é algo controverso na história. Nem mesmo os dicionários conseguem dar, de forma efetiva, uma explicação convincente sobre o termo. Segundo o dicionário Aurélio religião significa:

“1- Crença na existência de uma força ou forças sobrenaturais, considerada(s) como criadora(s) do Universo, e que como tal deve(m) ser adorada(s) e obedecida(s). 2- A manifestação de tal crença por meio de doutrina e ritual próprios, que envolvem, em geral, preceitos éticos. 3- Virtude do homem que presta a Deus o culto que lhe é devido. 4- Reverência às coisas sagradas. 5- Crença fervorosa; devoção, piedade. 6- Crença numa religião; fé, culto. 7- Qualquer filiação a um sistema específico de pensamento ou crença que envolve uma posição filosófica, ética, metafísica, etc. 8- Modo de pensar ou de agir; princípios.” (FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário Aurélio Eletrônico século XXI. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.)

Porém, nem sempre tais conceitos para o termo religião são fiéis à proposta. Muitas religiões surgiram antes mesmo do termo moderno religião tal como se usa aqui nas Américas (SMITH, 2006, p.9), o que ocasiona uma desproporcionalidade no ato de se definir o que é religião para essas que são antigas. A primeira definição do dicionário não pode ser aceita de forma universal, pois “religiões” (entre aspas por não haver termo melhor para se referir às demais manifestações religiosas do oriente) antigas como budismo, taoísmo e outras orientais não se encaixam neste termo, uma vez que não aceitam tal expressão (SMITH, 2006, p.9-10). Quanto à questão ética, tal tema foi trabalhado por alguns no período moderno, mas não se desfecha por aí (sobre a religião como sentimento do Infinito ver SCHLEIERMACHER, Friedrich, D. Sobre a religião. São Paulo: Novo Século, 2000. p.27-54 apesar da ênfase não ser somente no ético, todavia no envolvimento subjetivo do homem e de seus desejos de se relacionar com a realidade.). O terceiro ponto da definição do dicionário também tem limitações, pois existem religiões chamadas racionais; sem a idéia de Deus (Cf. MELO, 1997, p.91-94. Apesar de Baker declarar que Deus existe, porém, que é tudo, seria o mesmo que dizer que Satanás é tudo, que o homem é tudo, etc. Portanto a idéia de Deus como algo distinto é descartável). Ainda há outros, como é o caso de Rubem Alves, que define religião de forma poética (Cf. ALVES, 1986, p.8. Ele define religião como “o esforço para pensar a realidade toda a partir da exigência de que a vida faça sentido.”). Contudo, uma definição que talvez possa ser mais aceita por todos os estudantes da área seria a oitava do dicionário, desde que acrescida de “que façam do homem alguém melhor, mais humano, mais compassivo, político, inclinado ao outro, etc”(Segundo resposta dada a Leonardo Boff após perguntar ao Dalai Lama qual religião é a melhor, a qual Dalai Lama respondeu sem inclinações à sua “religião”. Cf. BOFF, Leonardo. Espiritualidade: caminhos para uma compreensão. Rio de Janeiro: Sextante, [2000?]. CD-ROM.).

Vale lembrar que, segundo Smith, o termo religião surge por volta do séc. I(Cf. SMITH, op.cit., 32-34, 187. Apesar de Smith não citar exatamente o ano de sua origem ele dá vestígios para a definição. Porém, Filoramo e Prandi alegam que o termo tem sua origem antes de Cristo e que é latino. Ver FILORAMO, Giovanni, PRANDI, Carlo. As ciências das religiões. São Paulo: Paulus, 1999, p.255.), logo não contido na Bíblia e que seu uso, com o passar do tempo, se tornou variado. Além do mais o uso do termo religião tem conotação pejorativa, já que este é usado por religiões para se destacarem das demais (SMITH, 2006, p.7-8). Como é o caso de Fernando dos Reis de Melo em sua obra Religião e Religiões onde ele diz, de forma implícita, que a única religião cristã de fato é o catolicismo, pois as demais são criações do homem, logo, só no catolicismo se encontra a salvação cristã (MELO, 1997, p.9-14). Sendo assim as demais religiões ditas cristãs não deveriam ter tal nome, pois não foram criadas por Cristo, tão-somente a Igreja Católica (MELO, 1997. Baseando-se no quadro da p.13.). Ainda nesse quesito existem também pessoas que não aceitariam que grupos divergentes cheguem a opiniões mútuas a respeito de qual tradição religiosa prevaleça (Parafraseando SMITH, 2006, p.22). Portanto o uso do termo religião é controverso e delicado.

Contudo, na prática do termo, a religião faz sentido para aquele que a vive, ou ao menos para o que tenta viver, pois ser religioso é, no mínimo, “uma percepção sensível do infinito” (RIZZO, 1948, p.40), que faz com que os fascinados, ou seja, os homens, busquem explicações frente à realidade com o intuito de mudá-la. E isso não foi algo subjetivo e individual, antes objetivo e comum. E esse termo só teve princípio no ocidente porque vários grupos decidiram se engajar nesse processo de forma diferenciada(SMITH, 2006, p.117). E tal processo não foi diferente com o cristianismo (RODRIGUES, Elisa. Filosofia e Cristianismo. Teologia Prática. Belo Horizonte, Lectio, ano 2, n.3, p.43-52, 1º sem. 2004. Ver também: RICHARD, Pablo. As diversas origens do cristianismo. In: Teologia Prática. Belo Horizonte, Lectio, ano 2, n.3, 1º sem. 2004. p.48). Esta religião, a despeito do que Melo diz em seu livro, foi criada não por Deus, todavia pelos homens, para então falar de Deus, parafraseando Smith quando este diz: “Deus não revela uma religião, mas revela a si mesmo.” (SMITH, 2006, p.121) É nesse processo que se dá, de forma lenta, a institucionalização daquilo que se acredita, ou mais especificamente, da fé. O cristianismo seguiu esse processo juntamente com a filosofia da época (RODRIGUES, Elisa, op.cit., p.48-49).

3- A religião cristã

Portanto o cristianismo é uma religião levada às últimas conseqüências pela fé em Cristo Jesus, o Nazareno. Este Cristo pregava sua doutrina (ensino) e aqueles que se dispuseram segui-lo passaram a divulgar-lo juntamente com sua doutrina e também professaram sua fé nele, que é Deus (Os concílios: apostólico, de Nicéia e Calcedônia resumem bem esta fé no Cristo. Ver GRUDEM, 1999, p. 996). Tais elaborações começaram como um movimento, mas gradativamente obtiveram maiores elaborações de fé até serem considerados os cristãos adeptos do cristianismo (O título cristão, em seu uso primevo, se referia àqueles que eram seguidores de Jesus, o Cristo. Posteriormente tal título se referiria àqueles que eram adeptos às doutrinas do cristianismo. Ver At 11.26). O cristianismo, no decorrer de sua história, sempre buscou definições de termos, idéias, objetos de estudo, com o auxílio da filosofia, teologia e/ou especulações com estudos comparativos entre idéias (Alguns autores defendem que religiões crescem com idéias equiparadas em seus ritos, cerimônias, cultos, etc. Apesar de este ser um estudioso do AT, Fohrer não deixa de afirmar que todas as religiões, sejam estas antigas ou novas, possuem desenvolvimentos influenciados entre si. Cf. FOHRER, 1993, p.48, 67-71. Ver também SMITH, 2006, p. 117, 169-171), e por ter usado tal ajuda é que se deve considerar o cristianismo como elaboração. Se este fosse efetivamente definido e concluído nunca precisaria de ferramentas de estudo. Logo se pode pensar que religião é a elaboração de fé específica de um povo que busca explicar a realidade a partir do transcendente ou do metafísico.

Não se nega que o cristianismo contenha verdades sobre Deus, nem que é uma leitura oficial sobre Cristo, contudo não é esse o portador da justificação ou condenação, antes o cristianismo é uma reflexão aprofundada sobre o Cristo Deus. O cristianismo ensina como ser cristão, mas não pode definir quem é cristão ou como se deve ser cristão, pois assim deixaria de ser cristianismo e se tornaria o próprio Cristo (Pois segundo Lutero a fé é algo do indivíduo e não de um governo. A liberdade do cristão parte de Cristo com a finalidade nele. Ver LUTERO. 2004, p. 9-15).

4- Sobre o ser cristão e sua fé

Mas como de fato se deve ser cristão? É ainda fazendo parte do cristianismo? É guardando suas doutrinas e dogmas? A Reforma protestante mostrou que nem sempre seguir dogmas é o necessário para ser cristão (McGRATH, 2005, p. 95-96), pois dogma não pode ser entendido como formulação final para todos os crentes, antes como meditação, reflexão e prática aberta a novas reflexões. Deve ser um círculo hermenêutico (DREWERMANN, 2004, p. 126-129).

Partindo do raciocínio de Hans Küng, teólogo e padre católico suíço, consultor teológico do Concílio Vaticano II e professor de teologia da Universidade de Tübingen na Alemanha (GRENZ, S. J.; OLSON, R. E. 2003. p. 306-307), pode-se pensar melhor sobre o que seja realmente ser cristão. Segundo ele em suas 3 primeiras teses:
“[1] Ser Cristão não é simplesmente o homem que procura viver de maneira humana ou social ou mesmo religiosa. Cristão é antes, e tão-só, aquele que procura viver sua humanidade, sociabilidade e religiosidade a partir de Cristo. [2] O especificamente cristão é o próprio Jesus Cristo. [3] Ser Cristão significa: Seguindo a Jesus, viver, sofrer e morrer de maneira verdadeiramente humana no mundo de hoje – na alegria e na tristeza, na vida e na morte, sustentado por Deus e prestativo aos homens.” (KÜNG, 1979, p. 15-21, grifo nosso)

Portanto ser cristão não é se inclinar somente ao social e ao humano, pois as ciências sociais e humanas já o fazem. Não é se inclinar somente ao religioso, pois todas as religiões também o fazem. Tudo isso é ser cristão juntamente, e este, como fator determinante, seguir a Cristo Jesus o Nazareno, diante de todas as adversidades da vida sendo sustentado por Deus. Portanto ser cristão é estar condicionado a Jesus Cristo, à fé que une o humano ao transcendente. Logo, para a verdadeira religião “a única autoridade que exige obediência incondicional e absoluta não é coisa alguma condicionada pelo homem, mas somente o próprio Absoluto, aquele a quem chamamos Deus” (KÜNG, 2004, p. 18). Fica claro que o cristianismo nada mais é que a reunião daqueles que professam a mesma fé mesmo que esta fé seja divergente em certos pontos como se vê na tese 14 de Küng que diz:

“Hoje, a diferença decisiva entre ‘católico’ e ‘evangélico’ já não está mais em tradicionais diferenças em pontos particulares de doutrina, mas em atitudes fundamentais diversas, que se desenvolveram a partir da Reforma, mas que hoje podem ser superadas em seu particularismo e integradas numa verdadeira ecumenicidade.” (KÜNG, 1979, p. 51)

Ser cristão não é negar a urgência religiosa da época atual. Não é negar a ciência e suas descobertas. Não é se fechar num sistema religioso como muitas religiões o fazem. Não é ter o mesmo discurso de outros grupos. Não é definir Deus e muito menos ser Deus. É estar aberto ao diálogo. É enfrentar as perguntas. É dizer que nem sempre se tem as respostas, mas é sempre dizer que sua fé está em Cristo Jesus, o qual não pode ser definido por explicações, pois não é objeto de estudo, mas Deus (KÜNG, 1976, p. 46-54).

Se a fé e a salvação são dons de Deus, como diz Ef 2.8, nunca poderá ser trocado o dono dos mesmos. Nenhum sistema religioso poderá adentrar no lugar que é de direito de Deus. O cristianismo deve continuar a impor regras, mas deve sempre relê-las para que se possa averiguar se estas estão a favor do homem e não delas mesmas. As regras são criadas para o homem e não o homem para elas (Mc 2.23-28).

5- Propostas para uma fé institucionalizada que valorize o ser que é cristão

Ser discípulo é ser entregue ao serviço, e este sacro (KÜNG, 1976, p. 243). É ter uma tarefa especial e uma promessa especial. Tal título reinou na história dos seguidores de Cristo na Palestina nos primeiros séculos (KÜNG, 1976, p. 242). As ações aconteceram porque a fé dos mesmos aflorou. Posteriormente esta fé, devido ao crescimento das igrejas dos cristãos, teve que ser elaborada em sumas para que não se divergissem e nem divagassem em interpretações. Mas o fato é que houve uma prática, uma vivência dessa fé para que depois se elaborassem as sumas. Toda lei surge assim: a partir de uma de uma necessidade ante a divergência de idéias, a mesma é ditada por uma autoridade e “... tornada obrigatória para manter, numa comunidade, a ordem e o desenvolvimento” (Lei. In: FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário Aurélio Eletrônico século XXI. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999). A instituição de uma lei deve primar o homem. Este deve ser humanizado. No que tange ao cristianismo, a formulação da instituição sobre o que seja a fé deve respeitar a consciência de fé dos indivíduos da mesma forma que os mesmos respeitem a formulação cristã. Isso é o princípio da mutualidade: estar inclinado ao princípio e estar voltado a si; algo que ambos, indivíduo e instituição, devem ter como base.

Ter fé em Cristo liga o indivíduo a duas coisas: Em Deus e no próximo. Estes estão inclusos nos dois mandamentos do Cristo do cristianismo (Mt 22.36-40). A instituição religiosa, tendo fé em Cristo, a liga às mesmas coisas. Com isso, o princípio do amor, que não pode ser vivido por apenas um nele mesmo, pois seria egoísmo, passa a ver o próximo como mais importante que o “eu”. A mutualidade passa então a ter sua forma concretizada: Assim como o próximo deve ser valorizado pelo indivíduo, o próximo deve também ser valorizado pela instituição religiosa, uma vez que esta é formada por vários indivíduos. E esse próximo pode ser um outro indivíduo ou até mesmo uma instituição. É uma reciprocidade. Vê-se então que o amor se conclui no próximo e não na observância da lei, ou do dogma. O cristianismo está no outro. A Salvação está em Cristo. A fé vem dele para que nele os cristãos sejam um, não no cristianismo, mas em Cristo, que é o autor e consumador da fé do ser que é cristão.

6- Considerações finais

Se onde há o Espírito de Deus, ali está a liberdade, onde há o cristianismo, ali deve haver a liberdade. Pois fazer parte do cristianismo é carregar consigo o título “cristão”, e este título se refere àquele que segue Cristo. Ser cristão é ser libertador. Ser cristão é ser propagador do amor. Amar é dialogar; é se inclinar ao que o outro pensa. Portanto ser cristão não é ser revoltado com uma instituição quando esta é injusta, mas ser revolucionário no sentido de progresso.

Seguir a Cristo não é ter um documento de bons antecedentes religiosos ou ser freqüentador assíduo dos cultos ou missas de sua religião, todavia é ouvir e praticar as suas palavras em amor, pois aquele que ama cumpre seus mandamentos. Logo se entende que a lei ou dogma não deve ser cumprido simplesmente porque foi mandado, ensinado ou porque convém, mas quando este se mostra coerente com sua proposta e quando, em amor, constrói e transforma tanto o mundo quanto aquele que o cumpre. Ter fé em Cristo é ter a certeza que se pode apoiar sem medo em algo mesmo que não o vendo já que se entende que o verdadeiro amor lança fora todo o medo.

7- Referências bibliográficas

ALVES, Rubem. O que é religião. 9.ed. São Paulo: Brasiliense, 1986.

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DREWERMANN, Eugen. Religião para quê? Buscando sentido numa época de ganância e sede de poder. São Leopoldo: Sinodal, 2004.

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário Aurélio Eletrônico século XXI. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.

FILORAMO, Giovanni; PRANDI, Carlo. As ciências das religiões. São Paulo: Paulus, 1999.

GRENZ, S. J.; OLSON, R. E. A Transcendência do Espírito Humano: A nova teologia católica. In: _____. A Teologia do Século 20. São Paulo: Cultura Cristã, 2003.

GRUDEM, Wayne. Teologia sistemática. São Paulo: Vida Nova, 1999.

KÜNG, Hans. Ser Cristão. Rio de Janeiro: Imago, 1976.

______20 teses sobre o ser cristão. Rio de Janeiro: Vozes, 1979.

______ Por que ainda ser cristão hoje? São Paulo: Versus, 2004.

LUTERO, Martinho. Da liberdade cristã. 6.ed.São Leopoldo: Sinodal, 2004.

McGRATH, Alister. Teologia sistemática, histórica e filosófica: uma introdução à teologia cristã. São Paulo: Shedd Publicações, 2005.

MELO, Fernando dos Reis de. Religião e religiões: perguntas que muita gente faz. Aparecida: Santuário, 1997.

RIZZO, Miguel. Religião. União cultural, 1948.

RODRIGUES, Elisa. Filosofia e Cristianismo. Teologia Prática. Belo Horizonte, Lectio, ano 2, n.3, p.43-52, 1º sem. 2004.

SCHLEIERMACHER, Friedrich, D. Sobre a religião. São Paulo: Novo Século, 2000.

SMITH, Wilfred Cantwell. O sentido e o fim da religião. São Leopoldo: Sinodal, 2006.

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