Por Carlos Chagas
Recentemente recebi um comentário no artigo "Illuminatis: Quem são eles? Breve abordagem teológica" onde o leitor, com codinome Psicólogo de Nóia me relatou sua dúvida sobre um assunto paralelo. Julgando a importância de sua dúvida para os demais e para si próprio, resolvi de "bate-pronto" responder-lhe criando um artigo à parte, uma vez que acredito que o mesmo pode servir a outros. Sendo assi, coloco aqui na íntegra seu comentário e logo após minha resposta:
Ola Carlos muito bom seu blog eu acabo de ler este texto que era
justamente o que eu estava procurando , pois sempre tive fé em Deus e
busquei ser o melhor possivel , mas comecei a pesquisar sobre os
iluminattis devido a um amigo meu que me falava muito sobre Deus mas
abordava muito este tema tambem mas sempre com enfaze em Deus o que
estava me ajudando a fortalecer minha fé inclusive, mas ao perder
contato com ele eu resolvi buscar sozinho a informação e acabei lendo
um texto em uma pagina do facebook que abalou demais minha fé então eu
te peço que por favor analise esta teoria
O Logos Criador
As sociedades diretamente ou indiretamente
influenciadas pelos sumérios, não compreenderam que seus deuses eram na
verdade seres extraterrestres, naturalmente dotados de força e
inteligência superiores. E assim consolidaram o politeísmo.
Divindades
de diversos lugares como Zeus, Apollo e Posseidon, na Grécia; Ptah, Ra e
Hórus no Egito; Brahma, Vishnu e Shiva, na India ou Odin, Thor e Loki,
na Escandinávia eram os mesmos Anunnaki.
Os hebreus que
repudiavam o politeísmo egípcio e mesopotâmico, manipularam o conceito
dos Anunnaki, de outra forma, adotando no singular o termo "elohim"(que é
plural = deuses) para se referir à um Deus único.
Os semitas
eram subservientes à ENLIL, o autoritário e vingativo comandante
Anunnaki que, se apresentava para os hebreus como Javé (YWHW) e teria
formado uma aliança com esse povo, inclusive tendo-os guiado através do
deserto.
Enlil, como sucessor direto de Anu,era autoridade máxima
entre anunakis e homens. Determinando leis, impondo ordens e realizando
feitos notórios que o deixavam na condição de "senhor da humanidade".
Assim Enlil foi confundido com o Logos Criador. Enlil fez os hebreus
combaterem o culto a outros Anunnaki.
Os líderes extra-terrestres foram confundidos com o criador do universo.
É
irônico que Enlil (aquele que determinou o extermínio da humanidade)
foi adotado como "Deus" e não Enki, que foi o criador do homo-sapiens.
OBS
: Nesse sentido, o gnostiscismo pode ter acertado, ao afirmar que
Demiurgo (Enlil para os sumérios) foi o criador do mundo material e não a
inteligência primordial do universo.
As sociedades que foram
influenciadas diretamente pelos Sumérios, como as greco-romanas e
indo-européias, distorceram a condição dos Anunnaki em relação aos
sumérios, passaram a adorá-los como "deuses" e acabaram consolidando o
politeísmo.
Divindades de diversos lugares como Zeus, Apollo e Posseidon, na Grécia;
Ptah, Ra e Hórus no Egito; Brahma, Vishnu e Shiva, na India ou Odin,
Thor e Loki, na Escandinávia eram os mesmos Anunnaki. Entretanto, os
hebreus que repudiavam o politeísmo egípcio e mesopotâmico, manipularam o
conceito dos Anunnaki, de outra forma, adotando no singular o termo
"elohim"(que é plural de deuses) para se referir à um Deus único.
Sitchin revela que isso ocorreu porque os semitas eram uma nação
serviente à ENLIL, o autoritário e vingativo comandante Anunnaki que, se
apresentava para os hebreus como Javé (YWHW) e teria formado uma
aliança com esse povo, inclusive tendo-os guiado através do deserto, por
quarenta anos, em direção à Cashemira, na India. que segundo Däniken,
seria a verdadeira terra prometida e não a Palestina. Ele afirma que
esse longo período no deserto, foi uma experiência feita por ENLIL para
garantir a não interferência de outros povos na linhagem genética dos
semitas, que eram seus protegidos (enlititas).
Apesar de ENKI ter
sido literalmente o "senhor da criação" na Terra, a "administração" do
planeta ficava sobre o comando de ENLIL, que na condição de sucessor
direto de ANU, no governo de Nibiru, fazia valer sua autoridade entre os
Anunnaki e os homens. Determinando leis, impondo ordens e realizando
feitos notórios que o deixavam na condição de "senhor da humanidade".
Alguns desses feitos foram decisivos para que ENLIL viesse a ser
confundido como o Logos Criador do universo, ao longo da história:
A decisão de manter o ADAPA e sua fêmea, sob sua guarda, quando ele foi trazido de volta de Nibiru.
A decisão de expulsá-los da base EDIN quando atingiram a maturidade sexual.
A
decisão de deixar a humanidade perecer no dilúvio, que foi interpretada
pela humanidade, não como uma demonstração de arrogância, mas como uma
demonstração de poder sobre a vida e a morte.
A decisão de
assumir para si e seus descendentes a reconstrução da Mesopotâmia, após o
dilúvio, o que consolidou sua condição de "senhor" das antigas nações
do Oriente Médio.
As vitórias do seu clã em várias disputas
travadas com o clã de ENKI, mostravam o peso do seu poder de comando.
Ele era sempre enaltecido como "Aquele que Decide os Destinos".
A
decisão de permitir que seu clã propagasse diversas línguas diferentes
entre as civilizações dos homens para manter a dispersão dos povos,
evitando a coesão de grupos rebeldes, uma vez que o incidente da Torre
de Babel trouxe sérios problemas para os Anunnaki.
A decisão de permitir que Sodoma e Gomorra fossem destruídas, em mais uma disputa com o clã de ENKI.
A aliança com a nação hebraica, que acabou sendo o berço do Cristianismo.
A entrega dos mandamentos recebidos por Moisés para manter o equilíbrio moral e social da sua nação protegida.
A dizimação do exército egípcio, em perseguição aos semitas, no deserto, durante o êxodo.
O
combate dos hebreus às formas de adoração aos outros Anunnaki
(politeísmo). Visando reduzir ao máximo a influência do clã de ENKI que
ainda era forte no Oriente Médio.
A dizimação do exército egípcio, em perseguição aos semitas, no deserto, durante o êxodo.
O
combate dos hebreus às formas de adoração aos outros Anunnaki
(politeísmo). Visando reduzir ao máximo a influência do clã de ENKI que
ainda era forte no Oriente Médio.
Como o planeta Nibiru está
diretamente relacionado com a atual formação do nosso sistema solar,
assim como os Anunnaki estão relacionados com o surgimento do
homo-sapiens, naturalmente os povos influenciados pelos sumérios
passaram a deturpar essas informações e a confundir os líderes
extraterrestres com o criador de todo universo. O Logos primordial. Os
fatos mencionados acima e esse detalhe peculiar devem ser analisados
friamente para se entender porque as duas principais religiões da
humanidade, o islamismo e o cristianismo (ambas c/ raízes hebraicas)
adotaram o conceito de "deus único". Contudo, não deixa de ser uma
grande ironia o fato de que ENLIL/Elohim, o mesmo que determinou que a
humanidade devesse perecer no dilúvio, fosse adotado como "Deus" e não
ENKI, que foi o criador do homo-sapiens.
Deus do primeiro testamento é Enlil e o Deus do Segundo testamento é o Logos Criador (Deus verdadeiro)
Jesus, de descendência sumérico-hebraica, poderia saber da existência dos Anunnaki.
Não se pode afirmar que Cristo se referia à ENLIL quando falava em Deus.
Certamente Jesus dispunha de conhecimentos transcendentais quando se referia ao mundo físico.
Pode
se supor que ele diferenciava as coisas, evitando a confusão de
informações culturais e separando os conceitos de "espírito criador" e
"matéria criadora".
Logo quando Jesus falava de Deus ele se referia ao Logos criador e não ao comandante Enlil (ou qualquer outro Anunnaki).
O
peso da influência hebraica prevaleceu e a grande massa de cristãos e
judeus não teria assimilado a filtragem feita por Jesus, e acabou
mantendo o conceito distorcido de que ENLIL seria "O Deus Criador".
Jesus foi de fato uma ameaça ao poder estabelecido, uma vez que
proclamava um Deus bondoso e transcedental, o segundo testamento e a
mensagem de Jesus é muito coerente. É possível que esta seja a
explicação para a divergência entre o Deus do primeiro testamento e o
Deus do segundo testamento (o verdadeiro Logos Criador do universo).
Uma
questão importante tem que ser levantada para entendermos como a
cultura Anunnaki influenciou o Cristianismo: Podemos presumir que Jesus,
de descendência sumérico-hebraica, certamente sabia da existência dos
Anunnaki. Então como ele lidava com isso? Não se pode afirmar que Cristo
se referia à ENLIL quando falava em Deus, porque na sua real condição
de avatar ele dispunha de conhecimentos transcendentais que certamente
iam muito além do mundo físico. Pode se supor que ele diferenciava as
coisas, evitando a confusão de informações culturais e separando os
conceitos de "espírito criador" e "matéria criadora". Dessa forma,
quando falava de Deus, pregando sua filosofia vida, ele estaria se
referindo ao Logos Criador e não à ENLIL ou à qualquer outro Anunnaki.
Porém o peso da influência hebraica prevaleceu e a grande massa de
cristãos e judeus não teria assimilado a filtragem feita por Jesus, e
acabou mantendo o conceito distorcido de que ENLIL seria "O Deus
Criador". E até hoje o seu nome adotado pelos hebreus, Yahwe ou Javé
(YWHW), é mencionado como sendo o nome de Deus. Nesse contexto, podemos
levantar uma ousada hipótese: Tendo sido o império romano, um clone do
império faraônico egípcio, sabemos que o politeísmo romano "sampleou" as
deidades egípcias. Aprendendo a história da mesopotâmia, sabemos que os
seus deuses e semi-deuses, não eram outros senão ENLIL, ENKI e seus
descendentes e agregados.
Muitos corrompidos pelo poder e pela
adoração dos homens, eram capazes de tudo para perpetuar suas glórias.
Lembremos que o ofício do sacerdócio começou na mesopotâmia (ou mesmo
antes, na Lemúria e Atlântida), onde os Anunnaki transmitiam
conhecimentos de ciências e ocultismo, para um seleto grupo de
iniciados. O que no começo era para o bem comum, com o passar do tempo
acabou sendo usado para manutenção de poderes. E esses grupos/sociedades
secretas se tornaram ferramentas políticas. Então ficam no ar, as
seguinte questões:
Os sacerdotes e profetas que não se prestavam à
esses objetivos obscuros, não teriam se tornado uma ameaça ao poder de
grupos Anunnaki, e seus afins (faraós, imperadores, reis, césares, etc)?
Teria
sido, a perseguição dos egípcios e romanos aos que pronunciavam
mudanças sociais c/ o nascimento de avatares, como Cristo, uma repressão
programada para impedir ameaças a estrutura de poder criada pelos
Anunnaki?
Não teria sido, a perseguição e crucificação de Cristo e seus seguidores, uma medida tomada "acima" da esfera de poder romana?
Quero
deixar claro aqui, que não tenho a intenção de questionar ou negar a
existência do Logos Criador e nem afirmar que todos os Anunnaki agiam
como deuses, pois mesmo entre os Anunnaki, havia o conhecimento desse
poder original. Algumas placas sumérias continham um diário de ENKI, que
foi traduzido por Sitchin e publicado com o título "O Livro Perdido de
ENKI". Nessas crônicas ele revela que durante o conselho no qual foi
decidido que ele deveria criar um híbrido terrestre-alienígena através
de engenharia genética, ENLIL protestou duramente, argumentando que os
Anunnaki tinham vindo à Terra para mineração e não para "brincar de
Deus". Eles sabiam perfeitamente da existencia do
Logos
primordial, responsável pela criação e expansão da energia e da matéria
que compõe o universo, mas na condição de mestres das ciências, eles não
se opuseram a possibilidade de interferir na evolução natural de mundos
em formação, como a Terra, no passado, porque o ecossistema de seu
planeta natal estava ameaçado e sob a pressão das circunstâncias eles
precisavam de mão de obra para a mineração da Terra, como já foi dito
antes.
Como ENLIL, sempre rivalizou com ENKI, ele utilizava
frequentemente essa polêmica para acirrar suas disputas de poder, mas
mesmo assim não deixava de ter uma certa razão ao expor todos os riscos
inerentes às experiências de manipulação genética e ao perigo de se
interferir na ordem natural das coisas.
Novas conclusões
É impressionante como tudo se encaixa e passa a
ter coerência. A teoria dos deuses astronautas é consistente, uma vez
que por todo mundo existem referências e imagens sobre estes fantásticos
seres.
A cada manuscrito encontrado, fica cada vez mais
evidente que o Deus criador do universo e o ser (seres) criador das
espécies deste planeta são entidades diferentes. A primeira imaterial e
transcendente e a segunda material e dotada de arrogância característica
dos imperadores.
O mais interessante é que talvez a ciência
esteja mais próxima do verdadeiro Deus e a religião mais distante. Na
prática, cada um de nós continuará a seguir um caminho baseado nas
experiências de vida e nas influências. Porém o mérito é sempre
questionar os padrões estabelecidos.
Possíveis evidências ?
Recentemente
uma empresa árabe de fornecimento de gás natural chamada ARAMCO,
durante uma de suas escavações numa região desértica, ao sudoeste da
Arábia Saudita, chamada "RAB-UL-KHAALEE" (quartel vazio), encontrou um
esqueleto humanóide absurdamente gigantesco. Provavelmente o maior
revelado até hoje. Quando a notícia foi divulgada, em sites de notícias
na internet árabe, imediatamente as forças armadas árabes isolaram toda a
área, impedindo totalmente o acesso ao local. Exceto aos funcionários
da ARAMCO. Helicópteros militares sobrevoaram a área e tiraram várias
fotos e o governo árabe negou-se a qualquer esclarecimento, considerando
o assunto extritamente secreto.
Porém, algumas dessas
surpreendentes fotos vazaram e foram publicadas em inúmeros sites na
web. Poucos dias após a divulgação mundial do caso, surgiram posts em
fóruns de ufologia explicando que a foto do esqueleto seria uma fraude.
Uma montagem, resultado do trabalho da empresa de designer gráfico
Worth1000, para fazer proganda dos produtos Corel Draw e Photoshop.
Junto com o texto uma outra foto foi divulgada, que supostamente seria a
mesma tirada no local das excavações da ARAMCO, porém o fóssil
encontrado teria sido de um mastodonte e a foto teria saído dos arquivos
da Cornell University, norte-americana. Então os sites que publicaram o
primeiro material sobre o evento, imediatamente retificaram seus
textos, concluindo que as imagens foram renderizadas por alguem ligado à
empresa.
A reconstrução da terra
Muito tempo depois, o nível da água baixou e a lama que cobria a Mesopotânia secou.
Os Anunnaki retornaram à Terra e se surpreenderam quando viram os sobreviventes do cataclisma.
Indignaram
quando descobriram que Enki foi o salvador destes seres, porém a
revolta deu lugar ao contentamento, visto que surgira a possibilidade de
reconstruir a humanidade.
Quando o nível das águas cedeu e as
camadas de lama que cobriam a Mesopotâmia secaram, o suficiente para
permitir o repovoamento, os Anunnaki retornaram à Terra e se
surpreenderam quando viram os sobreviventes do cataclisma. E num
primeiro momento se indignaram quando ENKI revelou ter elaborado o plano
de sobrevivência das espécies terráqueas. Contudo, a revolta cedeu
lugar ao contentamento, pela possibilidade de reconstruir a humanidade.
O surgimento dos Deuses
NANNAR (filho de Enlil) recebeu extensão
de terra que ia do oeste até o Mediterrâneo e ficou encarregado de
reconstruir ERIDU (que viria a se tornar a Suméria).
ISHKUR (filho mais novo de Enlil) recebeu as terras a noroeste.
A Ásia menor e as ilhas do Mediterrâneo, recebeu a "realeza" Anunnaki, dando origem ao panteão dos deuses greco-romanos.
ENKI
e seus descendentes, entre eles seu filho NINGISHSIDA (Senhor da Árvore
da Vida) ficaram encarregados de reconstruir ABZU, nas terras
africanas.
Todo planeta foi repartido entre os Anunnaki, que se tornaram as deidades das mitologias indo-européias, asiáticas e andinas.
Nas
civilações antigas, existem inúmeros relatos sobre seres gigantes e
superpoderosos. Os nefilins da mitologia hebraica, o panteão egípcio, os
deuses do Olimpo, cíclopes e titãs da mitologia greco-romana; os suras,
asuras e devas da mitologia hindu; os guerreiros do Valhalla da
mitologia escandinava não eram outros senão os Anunnaki.
NANNAR,
um dos filhos de ENLIL, recebeu uma extensão de terra que ia do oeste
até o Mediterrâneo e ficou encarregado de reconstruir ERIDU, que viria a
se tornar Summer ou Suméria e fundando outras, como Ur, a cidade onde
nasceu Abraão. Ao filho mais novo de ENLIL, ISHKUR (Senhor das Montanhas
Distantes), coube as terras a noroeste. Ásia menor e as ilhas do
Mediterrâneo, onde a "realeza" Anunnaki se espalhou, dando origem ao
panteão dos deuses greco-romanos. ENKI e seus descendentes, entre eles
seu filho NINGISHSIDA (Senhor da Árvore da Vida) ficaram encarregados de
reconstruir ABZU, nas terras africanas. De fato, todo planeta foi
repartido entre os Anunnaki, que se tornaram as deidades das mitologias
indo européias, asiáticas e andinas. Däniken, menciona que em
determinado momento, NINGISHSIDA (chamado de TOTH pelos egípcios), teria
ido para a América Central explorar a região dos Andes, juntamente com
um grupo de sobreviventes africanos e teria erguido a civilização dos
olmecas, que seriam os mentores dos astecas (segundo Däniken, a palavra
asteca deriva da raiz az-tlan e se refere aos sobreviventes que vieram
das terras da Atlântida).
"Esses Nefilins eram os valentes, os homens de renome, que houveram na antiguidade." Gênesis 6.4
"Antes
haviam habitado nela os Emins, povo grande e numeroso, e alto como os
Anaquins; eles também são considerados Refains como os Anaquins; mas os
moabitas lhes chamam Emins." Deuteronômio 2.10-11
"Porque só
Ogue, rei de Basã, ficou de resto dos refains; eis que o seu leito, um
leito de ferro, não está porventura em Rabá dos amonitas? O seu
comprimento é de nove côvados (4 metros), e de quatro côvados (1,78
metros) a sua largura, segundo o côvado em uso." Deutoronômio 3.11
"Também vimos ali os Nefilins, isto é, os filhos de Anaque e éramos aos vossos olhos como gafanhotos." Números 13.33
"Então
saiu do arraial dos filisteus um campeão, cujo nome era Goliah, de
Gate, que tinha de altura seis côvados e um palmo (2,89 metros)." 1
Samuel 17.4
Os relatos das civilizações antigas estão repletos de
referências à seres de tamanho gigantesco, força descomunal e
portadores de tecnologias avançadíssimas, participando direta ou
indiretamente nas sociedades humanas. Devido às suas potencialidades,
eles foram sistematicamente considerados divindades: Os nefilins da
mitologia hebraica, o panteão egípcio, os deuses do Olimpo, cíclopes e
titãs da mitologia greco-romana; os suras, asuras e devas da mitologia
hindu; os guerreiros do Valhalla da mitologia escandinava não eram
outros senão os Anunnaki. Gigantes astronautas de tempos imemoriais,
vindos do planeta Nibiru.
POR FAVOR ME AJUDE COM ISSO CARLOS
A minha resposta:
Prezado Psicólogo de nóia;
Investi meu tempo para ler com sinceridade o seu comentário no meu blog (no artigo:
http://cristaoshoje.blogspot.com.br/2010/05/illuminatis-quem-sao-eles-breve.html). Acredito e imagino o quanto tais informações lá postadas devem ter mexido com sua cabeça e fé. Falo isso porque eu já passei por “n”s situações do tipo. E foi devido a estas situações somadas a outras é que resolvi fazer o curso de teologia. Então deixe-me lhe ajudar nisso acreditando que tal ajuda virá a ser útil daqui parta frente quando você entrar em contato com informações do tipo:
Percebi que os relatos que você me passou possuem muitas informações e com elas muitas teorias, teologias, histórias paralelas e NENHUMA fonte segura de informação pesquisada. Além do mais todas as histórias são histórias paralelas umas das outras e, quando contadas para você, e de você para mim, as histórias se aglutinaram. Como isso aconteceu? Aconteceu no fenômeno chamado interpretação de texto. Quem leu e interpretou as “n”s histórias contadas ali criou uma interpretação de tudo que foi se amarrando até dar um sentido. Isso é um grande problema. Hoje em dia muitos criam histórias, teorias e outras coisas. Na verdade criar isso tudo não é problema. O problema é a falta de respeito intelectual, textual, interpretativo, hermenêutico e outros mais quando não há parâmetros adotados e regras para guiar o raciocínio. Tudo se torna fábula e não mais ciência e, assim, como em toda fábula, tudo é possível.
Sendo assim, gostaria de apresentar ao menos 3 passos necessários para que uma pesquisa seja digna de crédito:
1- Toda pesquisa precisa de parâmetros e critérios:
Toda informação, para ser científica, necessita de fontes seguras citadas, para que eu, que lê o texto, tenha contato com a origem e xeque a história ali interpretada ou contada. Senti falta disso. Outra coisa é que tal citação deve vir de fontes seguras: Sites de credibilidade como jornais, revistas ou de livros, artigos, ensaios, teses, dissertações, monografias, ou entidades governamentais e não de blogs, fóruns, bilhetes, boatos, etc.
Como já disse, não há problemas em se interpretar um texto ou situação. Mas para que essa interpretação seja considerada científica é necessário se adotar métodos científicos para pesquisa senão a mesma se torna inválida cientificamente falando.
Um exemplo que posso dar aqui é quando escrevi minha monografia para a faculdade. Queria provar nela que não havia salvação no cristianismo, mas tão-somente em Cristo. Quebrei a minha cara, porque minha hipótese foi desmantelada devido a fontes checadas. Descobri que há salvação sim no cristianismo como também em todas as esferas religiosas do mundo (teologicamente observado), mas que só em Cristo é que se dá tal salvação (aqui entra a fé e, por conseguinte, uma teoria possível). Mas não pude escrever da forma que falo aqui devido à política da faculdade. Senão seria expulso e não formaria. Entretanto ficou nas entrelinhas. (para ler a monografia baixe-a
clicando aqui).
Na minha teoria ficou claro que é uma possibilidade e não A VERDADE. Não foi isso que enxerguei na teoria descrita por você. Ela se passa como sendo a verdade desconstruindo todo o conceito já formado por milênios de histórias.
2- Respeito com os textos:
Uma grande dificuldade que encontramos hoje no mundo, e em grande parte no meio evangélico brasileiro, é a forma de se interpretar um texto. Não se respeita sua época de escrita, seu conteúdo, intenção, propósito, etc.
Todo texto é escrito para sua época, não estando impedido de ser lido e usado em épocas posteriores. É o caso da Bíblia. Esta foi escrita para sua época. Quando Paulo escreve “Paulo, servo de Cristo, para os fiéis da Capadócia” ele queria dizer que o texto era para os capadócios e não para mim, um brasileiro, mineiro, de 2013! Claro que isso não me impede de usar o texto dele, uma vez que compartilho da mesma fé que ele descreve ali no texto. Mas tal utilização deve vir com critérios.
Quando se fala de algo na Bíblia (exemplo: Casa Bonita) deve-se ter em mente o que tal coisa representava para aquele povo (casa na época de Jesus = Lar da família e berço da religião e “bonita” = sei lá, quem sabe sua história). Ao ler hoje o texto deve-se tomar cuidado com as trocas de valores e a interpretação errada (casa já não é mais um lar e sim um bem, que vale em R$ e não em sentimentos). A interpretação moderna pode atrapalhar na pesquisa do texto.
Um exemplo pode ser citado aqui quando lemos o AT dizendo que o texto se preocupa com a história linear, com datas e horas e minutos dos acontecimentos, etc. Isso é um erro. Segundo fontes seguras (Gehard Von Rad, Lasor, e outros) o texto do AT não se preocupa estritamente com a cronologia e sim com a explicação teológica de um povo que conta sua história para explicar sua existência e sua forma teológica de ser. Em outras palavras somo assim e acreditamos nesse Deus porque na história foi assim. Assim sendo, toda a história do AT possui traços pessoais de um povo que fala de si para si, não se preocupando em contar previsões para o futuro milenar e nem querendo converter outros povos. Não falava de segredos e nem profecias extras à sua realidade. O AT é a tradição oral recontada de pais para filhos durante gerações que em dado momento optou-se por escrevê-la para permear os séculos da história de seu povo, a saber, os filhos de Abraão, pai da sua fé que um dia eles descobriram.
Essa história do AT é à parte de outras histórias que temos e que anda lado-a-lado de outras também. O AT está recheado de menções de religiões dos povos como babilônios, assírios, filisteus, etc. Mas tem sua própria teologia. Muitas vezes montada com base em outras religiões. Como exemplo vemos que o único povo a ser chamado de incircunciso no AT são os filisteus, uma vez que os demais povos do Oriente Próximo praticavam a circuncisão (diferente do que o povo de hoje diz, alegando que só os hebreus é que realizavam tal prática) e eles não. Logo, este povo era rejeitado por todos uma vez que não demonstravam publicamente uma aliança com o Deus do seu povo que, à forma de ver dos hebreus, só era possível mediante à circuncisão.
Da mesma forma que os textos se amarravam entre si na teologia da época, muitas vezes, desconheciam o que acontecia em outros lugares. Até à Idade Média (1400 D.C.) não se conhecia além de 50 km de raio. Após essa quilometragem tudo era obscuro e desconhecido. Os que vinham de lá eram tidos em seu meio com temor e receio (De onde essa pessoa veio? Do que fala?). Logo, para afirmar que um texto falou ou não de algo leva-se muito tempo de estudos feitos com critérios em suas análises. Dizer algo é uma coisa, provar é outra.
Logo, o que percebi em seu comentário (que sei que não é seu, foi recebido por você), é que se usa um texto, no caso o bíblico, para falar de algo e de relações com o outro texto, que até então era desconhecido por você. Mas aonde? Em que momento, esses textos se entrelaçam? Qual é o trecho do texto que isso fica claro? Quais são as pressuposições científicas que embasam essa concepção? Isso é hermeneuticamente correto? E, novamente, cadê as fontes de citação? O que vejo é algo azul, que não contém o vermelho, do nada, se misturar com o vermelho que, até então não possuía nada de azul e formar uma nova cor e eu ter que aceitar isso de mãos beijadas!!! É como se eu dissesse a você que aquele personagem representado pelo “tu” no salmo 91 fosse eu de fato e que a interpretação correta daquilo é que o “tu”, que sou eu, afirma que sou uma divindade e que nada me atingirá porque sou Deus! Mas como cheguei a essa interpretação? Parece que minha leitura pode tudo! Criei uma “fábula acientífica”! kkkkk
3- Respeite as épocas:
O que de história encontro na leitura do AT?
O que de história encontro em outros textos? O que quero salientar aqui é que minha compreensão de época de hoje não é a mesma coisa da época passada. Hoje falamos de átomos, de cosmos, de física quântica, de métodos de propulsão motores, de formas ciborg’s de manutenção da vida humana (implantação de máquinas dentro do corpo humano como é o caso do marca-passo), de manipulação genética, de clones, de morar fora do planeta, etc. Enquanto que naquela época nem existia o relógio, a alimentação não era variada, não se conhecia grandes distâncias, o mundo se resumia na Ásia e com possibilidades de um “além”, uma visão ainda primitiva sobre Deus, etc. Logo, interpretar um texto inserindo nele características atuais não é algo aceitável quando se diz fazer ciência. Para uma aplicabilidade subjetiva, como é o caso de uma pregação de um pastor, isso é aceitável, mas se é para fazer ciência não.
O conceito sobre ET’s nasceu de fato no período da Guerra Fria (1945 a meados dos anos 90) onde o termo passou a ser utilizado mais comumente. Logo, falar de Et’s na concepção que se tem hoje dizendo que dos mesmos já se falava na Bíblia é algo forçado e que carece de mais estudos. Ainda não passa de tória, da mesma forma que ser eu um Deus não passa também.
Uma dica mais pessoal que lhe dou é se acautelar das informações. Antigamente o povo perecia por falta de conhecimento, hoje o povo perece por conhecer em demasia. Não se pode tapar os ouvidos para as teorias, mas não dá para acreditar em tudo. Tenha critérios para acreditar em algo. Tenha moderação nas escolhas e xeque tudo.
Percebi que você mencionou uma descoberta de uma ossada (verdade) em tempos atuais e que a mesma se referia a um andrógeno (mentira). E percebi a preocupação em dizer que as imagens são verdades e que a história que chegou ao povo dizendo que é montagem é que é mentira. Vi a preocupação, mas a falta de critérios. Pesquisei as imagens e percebi que são montagens de Photoshop. Eu mesmo já fiz várias deste tipo. Veja no link (
http://www.e-farsas.com/foto_esqueleto_gigante.htm). A foto do esqueleto é de humano normal e o sítio de pesquisa se referia à descoberta de um mamute. Montaram uma imagem por sobre a outra.

Ainda sobre as imagens peço a atenção para um detalhe: Por que a preocupação em se passar uma história com fontes (mesmo que insuficientes) sobre um sítio arqueológico e não se passar dados científicos sobre a interpretação histórica sobre os povos mencionados no comentário? Percebe-se a manipulação. Assim como no meu artigo onde mostro que o Irmão Rubens manipula com as imagens a história sobre os Iluminatis. Seu DVD possui imagens primeiras sobre os Illuminatis e, depois de saturar o telespectador com as mesmas, ele coloca imagens sobre 911 Conspiracy dando a idéia de que quem montou o documentário 911 Conspiracy está falando dos Illuminatis. MENTIRA: O documentário ataca o governo dos EUA e as mentiras lançadas e não um grupo maçônico com poderes “divinos”.
Terminando, peço a você maior consideração à sua fé. Não a troque por um monte de histórias, por mais reais que sejam. Eu mesmo, ultimamente tenho vivido uma história que tem me atormentado e nem por isso nego a fé cristã. Não posso relatá-la até o momento certo. Mas um dia virá à tona. Assim, pense que se há tanto poder assim nessas histórias, quanto maior é o poder de quem o delegou?
Um abraço Naquele que me alerta que minha Justiça é como trapos de imundícia
CHAGAS