terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

O movimento músico-cultural Emocore: Um posicionamento cristão ante a realidade histórica.



Por Carlos Chagas

Através a história, muito se viu sobre movimentos culturais que nasceram no berço de sociedades que se desenvolvem através das trocas inevitáveis de valores sociais. Em toda sociedade tais valores são iniciados através da convivência de pessoas e troca simultânea dos valores adquiridos pela vivência, findando-se então numa construção complexa de significantes que caracterizam a identidade da sociedade.

Analisando os dias de hoje percebe-se que muitos movimentos estão em voga e caracterizam, ao mesmo tempo que se deixam ser caracterizados, pelo seu agir, expressar e ler a sobrevivência. Movimentos como o neonazismo, que continua a pregar o ideal nacional-socialista de Adolf Hitler com suas adaptações posteriores à morte deste; movimentos de contra-cultura como os hippies que pregaram uma vida nômade contra o nacionalismo e a guerra do Vietnam; o movimento homossexual brasileiro, que prega a valorização da diversidade sexual e promoção dos interesses homossexuais da sociedade brasileira, dentre outros, visavam e visam dialogar seus interesses, deixando e levando marcas de transformação cultural. Diz-se de passagem que todo movimento é bom para uma sociedade uma vez que reúnem as idéias de um grupo/gueto/tribo transformando-as posteriormente em ideais.

Assim como todos esses movimentos supracitados mais um não se esconde diante da sociedade: O movimento, que eu intitulo aqui como “Movimento músico-cultural Emocore”. Assim como todo movimento, este também busca a expressão de seus ideais. Apesar de ainda estar em formação aqui no Brasil, pode-se perceber suas características: Grupo de pessoas que demonstram uma inclinação moderada à expressão da emoção através da música, estereotipada com roupas características do movimento. Infelizmente não se acha muito material que descreva com detalhes este movimento, já que sua chegada ao Brasil data de 2003.

Origem:

Na década de 80 grupos do gênero punk rock faziam sucesso nos EUA, inclinando-se levemente à expressão do sentimento pela música. Não demorou muito até surgirem bandas como “Embrace” e “Rites of Spring”, além de “Gray Matter”, “Dag Nasty” e “Fire Party” que receberam o título de Emotional Hardcore (Hardcore Emocional) devido à ênfase na emoção. A origem do nome Emocore veio após um show do grupo Embrace (alguns contestam ser o show desta) onde um fã gritou para a banda “You’re Emo!” (“Você é Emo!”) referindo-se à emoção promulgada pelo grupo.

Assim como todo grupo, a evolução dos grupos “emos” alcançou um destaque na sociedade. Mas com a evolução do estilo trouxe também o repúdio ao título “emo” uma vez que este possui sentido pejorativo. Contudo adeptos de todo o mundo já podem ser percebidos em todos os cantos das cidades. Mais especificamente no Brasil, em lojas, casas lotéricas, igrejas e mais ainda em shows de bandas musicais podem ser visto “emos” que não têm medo de se demonstrarem como promulgadores de uma nova lei de sobrevivência social.

Quando se fala de sobrevivência social aqui neste artigo refere-se à tentativa de se definir melhor na sociedade em que se vive não negando os valores que são particulares da pessoa. Isso é crucial para a perfeita interação do indivíduo com a sociedade em que se vive. Se for observada a Alemanha de 1933, quase todo o povo se aliou em juramento com Hitler e sua promessa da Nova Alemanha, todavia o mesmo povo, uma década mais tarde, já não se adequava com as idéias nazistas de 1933, criando assim uma sociedade morta, que vivia os valores que já não mais a significavam como um povo alemão. O alemão não se via como o alemão que Hitler pregava, ou pelo menos não mais se conseguia ver assim.

Com os “emos” isso também é fato: Na tentativa de não cometerem suicídio social, ou de auto-anulação na sociedade, o grupo passou a ter novas regras de convívio e expressão, caracterizando-os como um grupo à parte que já não mais se vê isolado da sociedade só porque não se expressa como deve em suas consciências. Após formado o grupo “emo”, juntamente com sua forma de pensamento, já não é mais preciso se esconder como um indivíduo rebelde.

Entretanto se vê na sociedade atual muitos que não aceitam os “emos” como pessoas normais, e sim como rebeldes e depravados. Mas tal visão é um erro já que ser rebelde aqui não é ser depravado ou provocador de motins e sim alguém que se expressa diferente dos demais. Entretanto não se pode negar que há no meio “emo” pessoas que não se comportam como verdadeiros “emos”, mas como desordeiros. Todavia isso é realidade de qualquer grupo social. Ninguém se isenta disso.

Características:

Mas o que é ser “emocore”? Quais são suas características? Como podem ser definidos?

Ser “emo” é:
• Gostar de música emocore (que expressa o valor do sentimento);
• Viver na Internet e no Orkut;
• Ser emotivo;
• Demonstrar explicitamente formas de carinho seja heterossexual ou homossexualmente;
• Aceitar a opção sexual alheia;
• Criticar a violência;
• Escrever diários, músicas e poemas;
• Ter o estereótipo de punk unido com símbolos, figuras e detalhes infantis. É a mistura de “rebeldia” com “inocência”;
• Cabelos com franjas nos olhos. Geralmente a franja em um dos lados somente denota não-definição de sexo;
• Não curtir drogas. Contudo a bebida e o cigarro são aceitos;
• Lutar por um mundo sem violência.


Adentrando em terreno cristão: Os “emocores” e o meio evangélico.

Ao se estudar a história da igreja evangélica no Brasil perceber-se-á que esta sempre teve um estilo tradicional e conservador, devido à sua teologia fundamentalista. Nos últimos tempos tem-se visto que novos caminhos e pensamentos apoderaram-se do meio cristão evangélico dando a possibilidade de novos pensamentos. No entanto, pensamentos por demais divergentes ou completamente avessos não têm grande aceitação.

Isso pode ser constatado quando se é estudado os anos 80 da igreja evangélica: Não se podia ter atabaques, percussões nem bateria por se tratarem de instrumentos demoníacos. Não haviam o que se chama de “banda evangélica” já que os louvores permitidos pela igreja eram os que compunham o “Cantor Cristão “ ou “Harpa Cristã”. A ênfase do culto era a pregação da Palavra de Deus, logo o louvor era o segundo plano e dança era abominada nos altares. Já nos anos 90 começam a aceitar mais a música como algo de destaque, uma vez que “Deus se encontra no meio dos louvores”, como dizem os evangélicos e como está escrito na Bíblia em Sl 22.3. Novos instrumentos são aceitos como o teclado e a guitarra (esta era abominada nos anos 70 e princípio dos anos 80) e moderadamente a bateria. Na segunda metade dos anos 90 a dança passa a ser incorporada na liturgia evangélica brasileira após a grande aceitação de grupos como Diante do Trono e outros que possuíam a dança como instrumento de evangelismo e evangelização. Mas somente nos anos iniciais do segundo milênio é que a dança ganhou a igreja. O louvor ficou mais aprimorado e a inclinação ao sentimento veio ao auge nas igrejas através da música.

A música foi o primeiro instrumento de atração dos “emocores” à igreja. Mas por quê? Alguns grupos musicais usaram a música como instrumento de cura e conserto no meio dos adeptos cristãos. A catarse após a música e a entonação de acordes musicais repetitivos se tornou forte criando assim uma esfera sentimental onde se cria que o perdão vinha após o choro incontido provocado pela música. Alguns grupos como Santa Geração, Fogo & Glória, Anseio Ardente, Voltados para o Trono, dentre outros, foram alguns grupos que desenvolveram melhor esse estilo de música.

Daí surge um problema eclesiológico e teológico: Como a igreja trabalhará um povo que encontra na igreja o ambiente perfeito para se aliar músicas sentimentais e de efeito catártico à sua própria forma de viver a vida? A melhor forma seria rechaçá-los da igreja já que não têm um estilo todo tradicional de ser? A resposta para esta segunda pergunta é não. Por quê? Porque se a igreja os rechaça ela própria se condena pelo fato de não aceitar um sistema musical criada por ela mesma (sem influência dos “emocores”) e por agir com efeito de expulsão de pessoas, o que é contrário ao que é pregado por Jesus Cristo.

O choque cultural provocado pela entrada dos “emocores” nas igrejas é algo que requer muita atenção e compreensão. O fato de simplesmente aceitá-los assim como são não é possível, pois fere o código social inserido dentro da igreja. A única opção: O diálogo. Nesse diálogo ambos os lados serão questionados, apoiados e trabalhados. E qual seria o efeito desse diálogo?

Um possível diálogo entre a cultura dos “emocores” e da Igreja Evangélica Brasileira.

Foi visto que todos pregam ideais. Tais ideais possuem em si a identidade de quem os pregam. A questão da identidade é algo muito sério que a igreja deve saber trabalhar, já que inverter o processo de identificação pode até matar socialmente uma pessoa.

Por outro lado, na igreja, não se deve ter um comportamento tal que a igreja não venha fazer uma releitura e até mesmo sua retificação. A igreja de Cristo é o lugar da transformação. Sempre foi. Não se acha na história cristã alguém que vivenciou a história cristã sem uma antes e depois da vida cristã.

Sendo assim, tanto os “emocores” quanto a igreja cristã estarão à mercê do diálogo. E esse diálogo visa a exposição de pontos mutáveis e imutáveis de ambos os lados.

Por ser um movimento novo, o “emocore” se vê atacado pela igreja, pois esta não o compreende e busca a total transformação de seu estereótipo para que o choque cultural não aconteça dentro da mesma, o que seria conformidade com este século e, assim, pecado (em Rm 12.2 se tem a compreensão de que o mundo sempre é ruim e pecaminoso pelos evangélicos fundamentalistas, ou seja, por quase todos os brasileiros).

O que deve ser observado nos “emocores” pela igreja evangélica não é seu estereótipo e sim suas ações. O pecado não está em parecer e sim em ser. Enquanto a briga for pelo parecer o a igreja cometerá o mesmo erro cometido na Segunda Guerra quando Hitler pregava sua Nova Alemanha. Seu discurso era lindo, mas sua execução foi desastrosa para o mundo, e por quê? Porque pessoas de bem não fizeram nada. Será o mesmo erro cometido com os Hippies em condená-los por suas vestimentas e costumes, mas eles lutaram contra a guerra do Vietnam e contra o capitalismo que hoje vemos matar muitos de fome.

O que de errado tem nos “emocores”?

Quando se diz “de errado” não é para eles e sim para a igreja e sua postura cristã. Vimos acima uma lista de o que é ser “emocore” e nessa lista é que a igreja deve se conter, pois ali estão as ações deles e possivelmente seus pecados.

Muitas atitudes adotadas pelos “emocores” em seu estilo de ser estão mais que corretas. Gostar de música, de amizades, de internet, de ser emotivo, de escrever, cantar, de não usar drogas, de lutar por um mundo melhor, enfim, são atitudes louváveis. Entretanto o que deve ser cobrado pela igreja é a verdadeira postura cristã destes quando adentram a igreja. Teriam eles o arrependimento dos seus pecados? Entende-se por pecado como errar consciente do erro; por prazer e própria vontade visando o mal. Não seriam passivos e até coniventes com os erros? Muitos de nós erramos. E isso sem dúvidas. Mas creio que os “emocores” erram quando aceitam a opção sexual alheia. Isso é um erro consciente visto pelos moldes cristãos. Não é errado respeitar um homossexual, aliás, o verdadeiro papel da igreja é apoiá-los em suas dificuldades. Mas quando se apóia um homossexual deve-se deixar claro que o homossexualismo é um erro contra a vida. O homossexualismo é contra a vida porque todos nascemos de relações heterossexuais, logo, um homossexual que defende a homossexualidade vai contra a sua própria vida, pois este não veio ao mundo a partir daquilo que ele diz ser a vida.

O fato de aceitar a opção sexual de outra pessoa deve ir até o ponto de não se comprometer com sua opção homossexual. O que vejo no movimento “emocore” é a entrega à passividade social de não se expressar como um ser ativo socialmente que dita o que deve e não se deve fazer. A homossexualidade é o problema a ser combatido, tanto pela igreja quanto pelos próprios “emos”. Talvez hoje a homossexualidade é tão comum pelo fato de ser ela um fruto da mudança de visão sobre o que seja o sexo. Antes o sexo era para procriação; hoje para o prazer. Não nego os dois, mas não aceito tudo do jeito que me dão nas mãos.

Hoje a homossexualidade é defendida por ser uma prática aceita atualmente por muitos. E a pedofilia? E a justiça feita pelas próprias mãos? E os assassinatos? Será que não corremos o risco de voltarmos à era das trevas? Ou quem sabe à era das pedras???

Os Hippies erraram por aceitarem as drogas como sendo o caminho para uma vida melhor. Conseqüência: Viciados. Hitler pregou sua Nova Alemanha impondo um regime totalitário aos alemães à luz de sua política nacional-socialista. Conseqüência: A morte de cerca de 50.000.000 (cinqüenta milhões) de pessoas. E o ideal “emo”? Não sabemos onde pode dar com sua passividade posicional no que tange à homossexualidade, mas o fato é muito importante e para ser encarado com vontade.

Referência Consultada:

http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT1124406-1664,00.html
http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT1124406-1664-2,00.html
http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT1124406-1664-3,00.html
http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT1124406-1664-4,00.html
http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT1124406-1664-5,00.html
http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT1124604-1655,00.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Emo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hippies
http://www.spiner.com.br/modules.php?file=article&name=News&sid=1262
http://pt.wikipedia.org/wiki/Neonazismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_Homossexual_Brasileiro
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fundamentalismo_crist%C3%A3o
Bíblia Sagrada NVI Pt

22 comentários:

  1. Como crítico eu destaquei apenas um problema dos "emocores". Não tenho nada contra o movimento em si!

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  2. Adorei sou uma simpatizante desse grupo..pra não admitir q sou emo...meus pais são cristãos e as vezes tbm vou a igreja..mas sinto q se eu quiser seguir pra valer terei de dxar de ser eu...Otima materia!

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  3. eu adoruuuu emos mas assim se beijando não.....

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  4. eu adoro emo por isso adorei o q vc escreveu sobre esse movimento. adorei as fotos

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  5. adorei o seu jeito de comentar sobre esse movimento... as fotos estao o maximo

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  6. Sou professora da Escola Bíblica da minha igreja. Muito interessante esta matéria e muito atual.Meus alunos que são jovens e a pedido meu,indicaram esse assunto para ser descutido. Por isso a matéria foi-me de grande uso. Deus o abençõe!!

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  7. Fico feliz em saber que o material alcançou serventia...

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  8. cezar uchôa júnior7 de julho de 2010 08:55

    Eu sou pastor da Igreja Batista Memorial da Posse. E gostaria de parabeniza-lo por sua explanação realista e sem medo de esconder o problema que nós, cristãos temos que enfrentar. A questão não simplesmente aceitar ou rejeitar o movimento emo, mas principalmente entende-lo a luz da Palavra de Deus.

    p.s gostaria de solicitar, se possível, sua autorização para usar este texto em um debate que estamos organizando em nossa Igreja com nossos jovens e adolescente, claro que fazendo referencia ao autor.

    meu email é cezaruchoa@yahoo.com.br

    o blog da nossa Igreja é:
    ibmdaposse.blogspot.com

    fiknapaz q Deus te abençõe

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  9. eu amei o blog , sou emo nao esconde de ninguem sofro muito preconseito na escola mais nada que um gelo nao poça resolver tudo... adorei o blog bjsss

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  10. pooxa, libera a cópia aí. é pro meu trabalho de sociologia. ='(

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  11. Prezada Jessie;

    Entre em contato conosco no Fale Conosco fazendo seu pedido de cópia dando seu email e o nome do artigo do qual você deseja uma cópia.

    No aguardo

    CHAGAS

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  12. Parabéns Otima materia Adorei...
    Muito Bom continue assim.
    O jeito como fala e defende os emos AMei!
    Brigado a todos
    Bjux
    Fuiz
    add quem quiser
    luquinhaemox@hotmail.com

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  13. Eu acho que se um emo quiser ser cristão,ele tem todo o direito de ser.Sou emo e Sou critão.Meu estilo não impede de adorar a Deus.]
    Deus nos deu o livre arbitro,não é mesmo?
    Porque Não pode Haver Emo Cristão?
    A materia esta muito boa,parabens...
    bjus

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  14. Gostei muito da matéria, tenho 9 anos e sou emo,porém uma emo cristã...
    Obrigada por esclarecer algumas dúvidas.
    Bjuss
    Fika na PAZZ

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  15. Gostei muito da matéria. Você citou algumas com estilo de música sentimental para conquistar esse grupo. Uma vez visitei com uma amiga, a Sara Nossa Terra, num culto onde só tinha jovens, no culto o louvou era um rock pesado, e todos estavam pulando, nem mesmo dava para ouvir a letra da música, o que vai me chamou a atenção era uma jovem que estava toda de preto, maquiagem com olhos e boca pretos e unha pretas... E um corte bem masculino: um moicano. Eu aprendi que um culto tem que ser com ordem e decência e isso não vi... Não estou julgando e sim comentando, mas se lá eles se sentem bem e mais próximo de Deus, o importante é serem evangelizados, mas só não concordo com a agazara que foi o culto nem ficamos até o final...

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  16. eu acredito que todos tem direito de escolher o que você quer ser não tenho religião especifica mais uma que acho bem legal é rastafarianismo.
    Se você gosta de uma coisa seja pois não lige para que os outros falam pois em todo canto ar pessoas que vai lhe criticar preconseito você querendo ou não sempre existiu mais não se inguale a eles pois são pessoa sem cuntura que não respeita a opinião dois outros...
    adorei a mateiria
    bjs
    PuCca DarKon

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  17. sou emo mas na1 os gay
    vcs podiam inventa um novo conceito pra iso
    ok

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    1. tb sou emo e acho ridiculo o q dizem sobre nos, mas n li grande coisa pk so preguiçosa pa ler grandes textos nem sei bem o q ta ai mas pronto

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    2. Caros Emos;

      Suas críticas nasceram aqui pelo mesmo motivo que as críticas dos seus perseguidores. FALTA DE INFORMAÇÃO E VONTADE DE SE INFORMAR. Não os chamo de gays no texto acima. LEIAM POR FAVOR e verão que os defendo!!! Se bem que duvido que lerão este comentário devido à preguiça!!! :(

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  18. Parabéns!Gostei muito do jeito q vc escreve.
    Não sou emo ,tenho 15 anos e aamo rock e isso é visto ás vezez de forma errada.
    Há 4 meses atrás só ouvia música cristã e agr tenho ouvido outras bandas de música secular ou "mundana"e isso é visto às vezez de forma errada.
    Aí eu pergunto pq agt pode cantar uma música de amor de uma banda cristã e ñ pode de outras que ñ são?
    é meio contraditório ...aí nessa hora ninguém tem um argumento pra me responder.
    Continue postando sobre assuntos cotidianos e atuais como esse se puder,é de muito interesse.
    Beijos e fica na paz!

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  19. sou emo e curto rock
    OBS:sou cristã

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  20. Os Hippies erraram por aceitarem as drogas como sendo o caminho para uma vida melhor. Conseqüência: Viciados. Hitler pregou sua Nova Alemanha impondo um regime totalitário aos alemães à luz de sua política nacional-socialista. Conseqüência: A morte de cerca de 50.000.000 (cinqüenta milhões) de pessoas. E o ideal “emo”? Não sabemos onde pode dar com sua passividade posicional no que tange à homossexualidade, mas o fato é muito importante e para ser encarado com vontade.
    E o ocidente foi enganado por uma fantasia messianica que teve como consequencia inquisição, perseguições a outras culturas e povos manipulações politicas e morte de milhares de pessoas por séculos, e isso pode voltar o cristianismo prega a expansão, vai haver atritos com outras culturas e idéias, há consequencias.

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